A execução de uma jovem cristã na Coreia do Norte é denunciada por uma organização militante sul-coreana

Com 33 anos e mãe de três crianças, Ri Hyon-ok foi executa publicamente a 16 de Junho de 2009 em Ryongchon, no noroeste da Coreia do Norte, perto da fronteira chinesa.
Era acusada de ter distribuído Bíblias e de ser espia ao saldo da Coreia do Sul e dos Estados Unidos.

De acordo com fontes protestantes, pertencia a uma Igreja evangélica.
Com documentos que emanam do governo norte-coreano e com a fotografia do bilhete de identidade da jovem mulher, foi considerada uma prova da sua execução, e a Comissão de inquérito sobre os crimes contra a humanidade, uma associação sul-coreana, tornou pública esta informação a 24 de Julho de 2009.
O seu relatório revela igualmente que o marido, as três crianças e os pais de Ri Hyon-ok foram enviados, o dia seguinte da execução, a um campo de prisioneiros políticos em Hoeryong, no nordeste do país.

Oficialmente, a Coreia do Norte autoriza todas as liberdades individuais, das quais a liberdade religiosa, e declara a presença sobre o seu território de diferentes organizações budistas, católicas, protestantes e mesmo adeptos do Chondo-gyo. Mas os alguns visitantes que puderam penetrar no país, assim como norte-coréanos refugiados na Coreia do Sul afirmam que estas organizações são fictícias e que as quatro igrejas erigidas em Pyongyang (católico, protestantes, e recentemente russo ortodoxo) são controladas totalmente pelo Estado, e não têem nem líders nem adeptos.
Pelas raras celebrações autorizadas para os estrangeiros de passagem, nenhum contacto com a população é autorizado.

fonte:http://www.vietcatholic.net/News/Html/69564.htm

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