A frota supostamente « pacifista » pro-palestiniana era comanditada pelo IHH, uma associação turca próxima do Hamas e Al Qaïda
No dia 27 de Maio de 2010, um batalhão da marinha Israelita depara-se com uma frota de oito navios do movimento «Free Gaza» que tentava quebrar o bloqueio Israelita da banda de Gaza.
Enquanto que os meios de comunicação oficiais apontam só um ponto de vista, existem elementos que mostram que Israel caiu na armadilha mediática que lhe tinha sido armada.
Oficialmente era uma "missão humanitária" como objectivo de ajudar a população de Gaza. Mas, o certo é que os organizadores desta expedição marítima pertenciam a uma fundação que financia o Hamas e outras organizações terroristas. Trata-se da fundação Turca IHH, oficialmente encarregue de socorro humanitário, e segundo os média estrangeiros, "defenderia os direitos humanos". Mas segundo um tribunal do estado da Virgínia nos Estados Unidos, e um tribunal da Dinamarca (International Studies Danish Institute), ela teria ligações com o Hamas, Al Qaïda, e outros grupos da Argélia, Líbia e Turquia.
O site un-echo-israel relata que cânticos eram entoados na frota pro-palestiniana por turcos e arabes. Eles cantavam: « Kaybar, Kaybar! Ya yahud, jaish Muhammad sa ya ‘ud ! Kaybar! Lembrem-se de Kaybar, ó Judeus, o exército de Mohâmede está de volta!». Não divulgando estes factos, os média ocidentais passam completamente ao lado duma mensagem no entanto com um significado muito importante.
O que evoca o episódio de Kaybar ? Na época do "profeta", o oásis de Kaybar na Arábia, era fértil e povoado de judeus que tinham construído um sistema de irrigação muito eficaz. Em 628, Mohâmede conquistou militarmente esse oásis e autoriza os judeus a continuar a trabalhar lá exigindo 50% da produção das hortas e palmeiras-tamareiras. Pouco depois, aconteceu a mesma coisa aos cristãos de Najran.
Mas em 640, o califa Omar aboliu o direito dado aos judeus de ficar na sua terra e confisca todos os seus bens. Foram expulsos em virtude da palavra de Mohâmede pouco antes de sua morte: « Duas religiões não devem de coabitar e permanecer juntas na península dos árabes!».
Aqui nestes vídeos abaixo, vemos alguns factos que não são geralmente reportados nos principais média estrangeiros. Postados pelo porta-voz do serviço de imprensa israelita IDFNADesk, mostram com outro ponto de vista, como decorreu realmente o assalto da força especial nos navios. Vemos claramente, que os soldados foram acolhidos não por pacifistas, mas por homens prontos par dar luta com cadeiras, armas brancas, cocktails molotov e barras de ferro. Percebemos como a ação, durante a qual 7 soldados de tsahal foram feridos e alguns mandados ao mar, avia sido premeditada.
Apesar do aviso repetido várias vezes pela força militar israelita antes do assalto, a resposta causou 9 mortos.
Mesmo fontes não israelitas confirmam a versão israelita. O operador de câmara libanês "André Abou Khalil", do canal "al-Jazira", afirma que os vídeos dos exercito israelita são verídicos e que eles foram atacados logo ao descer do helicóptero. Ele também afirma que os 4 primeiro soldados foram atacados e feitos reféns durante alguns minutos.
fonte:http://www.lepost.fr...
http://www.desinfos.com...

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