Inglaterra: Pregador preso por pronunciar-se contra o homossexualismo

Em Glasgow, na Inglaterra, no 1 de Abril de 2010, um pastor evangélico americano Shawn Holes, é preso e multado com cerca mil libras. Enquanto pregava na rua, disse a uma pessoa que estava passando na calçada, em resposta directa a uma pergunta, que a actividade homossexual é pecado.

Shawn Holes passou a noite de 18 de Março de 2010 na cadeia, e de manhã confessou a sua culpa diante das acusações de que ele havia feito “comentários homofóbicos… com o agravante de preconceito religioso”.

“Só falei neste assunto porque as pessoas fizeram perguntas específicas. Havia homossexuais que ouviam e uns seis beijavam-se, amassavam-se e perguntaram-me o que eu pensava disso. Eu lhes disse que os homossexuais estavam se a arriscar a sofrer a ira de Deus, a menos que aceitassem Jesus. Foi então que um grupo de homossexuais foi até a polícia fazer queixa.”
Mais tarde, Holes disse que a situação parecia como uma “armadilha de activistas gays”.

A acusação, sob a Lei de Justiça Criminal da Escócia estabelecida em 2003, rendeu furiosos os que defendem a liberdade de expressão na Inglaterra e foi até criticada pelo activista homossexual Peter Tatchell, que chamou a multa de 1.000 libras “totalmente desproporcional”. Cristãos locais que apoiam o ministério de pregação fizeram uma colecta e pagaram a multa.

Tatchell disse para o jornal Daily Mail: “O preço da liberdade de expressão é que às vezes temos de aguentar opiniões que são desagradáveis e ofensivas. Exactamente como as pessoas têm de ter o direito de criticar a religião, as pessoas religiosas têm de ter o direito de criticar a homossexualidade. Só incitações à violência deveriam ser ilegais”.

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Retrato de Manu