De acordo com a Constituição do país, o islamismo é a religião oficial e o sultão é o líder religioso. O direito à liberdade de culto é assegurado para outras religiões, porém, na prática, qualquer forma de evangelismo ou divulgação é proibida. O governo proibiu a importação de materiais de ensino religiosos, ou livros sagrados como a Bíblia, e negou permissão para a criação ou construção de igrejas, templos ou santuários. Ao mesmo tempo, a maioria dos padres e freiras católicos foi expulsa e nenhum cristão professa publicamente a sua fé. Os cristãos preferem manter-se no anonimato, temendo por suas vidas.